Sacrência!
Sagrar, Sagres, querida a freguesia,
ao mar a entonação do vento forte
que a lhe bater continua com dó,
sem ir de si ou lá de ré a ver o sol
que sobre a nuvem fã quer se dar
à casa de Mi. Dos acordes nego
entendimento. Sei tão-só ouvir se
assim quero. E tua voz, ansiosa de
ter uma ânsia, não quer edifícios
metafóricos por onde circular, mas
só dizer as saudades de cá que já não há.
Sidney Azevedo
Mais anti-poética
(preciso inaugurar meu movimento artístico...)
Sem comentários:
Enviar um comentário