quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Actuais de acto e de hodie (de ódio também...)

Mundo moderno

Só estou
e a cada canto a que vou.
Mas algo há sempre que me lembra
de humanos a sombra.

Querer afastar-se e estar próximo,
e não conseguir nenhum.
Eis a máxima hodierna virulenta
que parece não ter alcançado o cimo
de sua capacidade. Mundo algum
tenha havido que a isto agüenta!

E é o mundo doente.
É-o o homem também.
Do morto que não sente
à gente de ninguém.

Sidney Azevedo
Os loucos estão por dominar o mundo!
(não digam depois que não avisei...)

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