Tudo se encaixa... Mas eu não sou conspiracionista, eu não sou conspiracionista.
O pó anda alto aqui neste blogue, mas, para um desfecho de natal, e apesar de prenunciada uma novelinha chamada o aracnídeo verde, vejo que aquilo que só deveria ser uma crônica viraria muito mais. Eu sei que minha escrita é incompreensível em muitos momentos. Mas é isto. Hoje, faltam 2 dias, é, dois dias para o Natal. Bom, para o meu natal, 4 dias... E o raio da aranha apareceu novamente. Não creio que tenha vindo estragar estes dois natais.
Ela está aí para dar um aviso. Ela não fala português, latim, italiano ou coisas que se possa entender.
Opa, ela diz que há mais coisas ocorrendo: ela passou por uma mutação, aquela causada quando um poluente caiu no rio. Quando a Simba começou a produzir pipas de plástico. É um prenúncio, a aranha é profeta. Mas dona de uma verdade que ninguém gostaria de portar. Disse que uma sua companheira azul foi à casa de um vizinho meu ao lado. Ele me contou que PAF! matou o pobre aracnídeo. Disse que ele era malvado e que era venenoso, pois dizia na revistinha que quanto mais colorido o animal mais venenoso ele é.
É verdade, e eu vi um bicho bastante colorido. Ele era vermelho, no meio cortado por uma faixa negra, limites brancos. Não, não era um aranha desta vez. Era uma cópia malfeita de Nicolau. Bastante venenoso. Não, não o senhor vestido da indumentária de, como é mesmo que se chama... Papai Noel. Isto sim é venenoso. Atiça as crianças a querer presentes cada vez mais, mais, mais. E as empresas que os produzem a poluir. Não digam depois que os aracnídeos não estão por aí...
Quando o Natal era brincadeira de casa (digo de família), não havia disto. Mas, que é família hoje mesmo? A presepada unia, e deixava algo a se fazer. Não havia tevê.
Bom, alguns se podem sentir felizes em estar num mundo de lobos. Bom, mas fica p'r'amanhã, que hoje é tarde. Até!
Sidney Azevedo
Um feliz - ou nem tanto - Natal.
(E que o MEU natal seja também bastante feliz...)
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