Ora: vê bem..., pois isto não é argumento!
Lá está aos que gostam do riscado da filosofia...Há algum tempo não desenho e estes são uns dos últimos riscos que tracei. Que de mal há em se propor um átimo de história da filosofia? É uma pequena chave para a interpretação da intenção que norteia essas linhas. Não há, no entanto, semiótica possível que o leia. Tudo aquilo que nele buscar sistemas quererá, ao invés, ofuscar a própria vista.
- Disseste, se bem li, "aquilo?"
- Sim, aquilo de toda forma, pois vê: a vida não se dá no espaço, dá-se no fora-de-qualquer-coisa, a rir-se de tudo, e muito.
- Não o entendo.
- Claro, didácticas são as vossas linhas ignóbeis, que não sabem. A vida sabe. Vós é que não a precisais entender. E sábio é o que de metas desiste.
Repito o que cá escrevi certa vez: "aos que não agüentam este desenho: ide embora!"Sidney Azevedo
Jornalismo do pensar...
(... quem o faz melhor é a charge)
1 comentário:
Realmente este desenho é intrigante. Não consigo enteder a imagem olhando-a num plano geral. Talvez se pudesse ver os detalhes, acho que assim encontraria significados dispersos, arramados por um fio chamado "ironia sidniana".
Direito de resposta: Realmente deixei morrer o meu blog. Agora eu trabalho e não tenho tanto tempo como antes. Mas existem paixões e paixões. Trabalhar é uma paixão que me persegue, ou que talvez seja necessário. O trabalho limita o pensamento, isto é fato. Minha mente é confusa e o trabalho pode libertá-la de seus próprios "demônios". Preciso exorcisar-me destas dúvidas cruéis, mas tenho certeza de que não conseguirei. Porque buscar perguntas sem respostas é outra paixão tão intensa como o trabalho. Vou deixá-las neste embate, até exauri-las em sua imensidão...se for possível limitá-las.
Bjs.
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