terça-feira, 15 de julho de 2008

O guia indiscernível

Um banco diferente

Uma vicissitude de acontecimentos ruins e é permanente a moratória...
- Suma-te daqui!
Berrara a gerente do banco que não era banco a não ser que o fosse de dados, pois uns o chamam 'memória', outros 'história' ou 'conhecimento' e uns ainda perdidos lá ao fundo das ambições: 'humanidade'. Mas não era. O que era, à hora, era um tal de pensamento.
- Suma-te daqui!
Mesmo o narrador se pergunta como pode ter havido no pensamento um gerente..., acha que foi ludibriado - e o pior deste verbo é que ele parece ser uma troça que enaltece a vítima, não o traíra... -, pela necessidade que tem, da narração, de afastar-se do contar.
- Quem me guia? - Pergunta o narrador...
Janota, olha um outro a vidraça:
- Ninguém guia-te; vem cá... - Chama mansamente o outro e continua: - Vê!, há lá fora de ti um mundo. Esse conglomerado de coisas é que te controla.
O narrador não crera... Encerrou...

Sidney Azevedo
Criatividade nula pela noite!
(Mas não é a noite responsável...)
Post-Scriptum: Esse texto é experimental..., e parece-me que ficou uma merda. Que dizeis vós?

1 comentário:

Anónimo disse...

"Vê!, há lá fora de ti um mundo. Esse conglomerado de coisas é que te controla."

Quais destas coisas te controlam? Gostaria de saber o que o Sidney teme do mundo? Do que ele é submisso?